O número de mortos na guerra entre Israel e o grupo extremista Hamas aumentou. Neste domingo (15/10), o registro é de 3.729 óbitos entre israelenses e palestinos. De acordo com dados do Ministério da Saúde local, 2.329 palestinos morreram no conflito. Já a Embaixada de Israel contabiliza 1,4 mil óbitos entre israelenses.
Desde o dia em que a guerra foi decretada, há ainda o registro de 13.113 feridos, sendo 3,4 mil em Israel e 9,7 mil em Gaza.
Em guerra desde o último dia 7, quando terroristas do Hamas invadiram Israel, matando e sequestrando civis, o número de mortos e feridos vem crescendo em larga escala, com ampla crise humanitária.
Israel divulgou que a escalada aumentará em Gaza com ataques por “ar, terra e mar”. Dois prazos para evacuação de civis foram dados.
A segunda hora-limite dada pelo governo de Israel para que civis deixassem o norte da Faixa de Gaza acabou às 7h deste domingo (15/10), horário de Brasília. Agora, a ofensiva militar israelense se prepara para entrar na região.
O porta-voz das Forças de Defesa de Israel, Avichay Adraee, anunciou pelas redes sociais, na madrugada, que o governo israelense deu mais três horas de prazo para a saída da população.
Pela manhã, as forças de Israel bloquearam uma área de 4 km a partir da fronteira com o Líbano e ordenaram que israelenses não entrem na região, segundo o jornal The Times of Israel.
A ação teria ocorrido após um ataque com mísseis assumido pelo grupo libanês Hezbollah que matou uma pessoa e deixou outras três feridas.
Ar, mar e terra
As FDI afirmaram em comunicado que preparam ataques por “ar, mar e terra” na Faixa de Gaza contra o grupo extremista Hamas, segundo o governo israelense.
O comunicado informou que batalhões e soldados israelenses se preparam para as próximas etapas do conflito, com “ênfase significativa em operações por terra”.
“Com o suporte de um grande esforço logístico e centenas de milhares de reservistas recrutados, as Forças de Defesa de Israel se preparam para implementar uma vasta gama de planos ofensivos operacionais, que podem incluir ataques combinados e coordenados por via aérea, marítima e terrestre”, destacou.
