A ordem dada no Palácio do Planalto é de que o ministro da Casa Civil, Rui Costa, represente o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nos lançamentos regionais do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) em estados e municípios, com exceção, segundo fontes do Planalto, de São Paulo e Minas Gerais, governados pelos adversários políticos de Lula Tarcísio de Freitas (Republicanos) e Romeu Zema (Novo).
A inauguração nas capitais paulista e mineira ocorreria na próxima semana, mas teve de ser adiada por recomendação médica. O presidente passará por uma cirurgia no quadril na sexta-feira (29). Segundo aliados, Lula tem se queixado com frequência de dores na região.
Tarcísio de Freitas já havia confirmado presença no palanque ao lado dele, assim como o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB). Romeu Zema informou que não compareceria ao ato porque estaria fora do país.
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O PAC deve investir mais de R$ 179 bilhões em obras e serviços em São Paulo, entre elas, a implantação do túnel Santos-Guarujá, a extensão da Linha 2-Verde do Metrô, Trem de Passageiros São Paulo-Campinas e moradias do Minha Casa, Minha Vida.
O presidente aproveitará a agenda concentrada em Brasília para definir questões importantes, como a indicação dos nomes que sucederão Augusto Aras, na Procuradoria-Geral da República, e Rosa Weber, no Supremo Tribunal Federal.
Vídeo — Lula adia agenda de lançamento do Novo PAC em São Paulo por dores no quadril
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