Flávio Dino é descrito como lulista, e não petista, por aliados e opositores. Assim como Cristiano Zanin, é um nome escolhido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e fiel a ele.
Filiado ao PSB, ele enfrentou oposição ferrenha do PT para chegar à indicação ao Supremo Tribunal Federal (STF), que preferia Jorge Messias, advogado-geral da União.
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O nome de Dino foi abraçado pelos ministros do STF, Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes, mas depois de serem informados por Lula durante um jantar.
A preferência inicial deles era por Bruno Dantas, ministro do TCU.
Na avaliação de seus novos pares, caso seja confirmado na sabatina no Senado, Dino chegará ao Supremo com musculatura política.
Nas conversas de bastidores, os ministros dizem que “dá robustez ao tribunal” nesse momento de enfrentamento com o Legislativo e com a direita bolsonarista.
Dino também é descrito como um “social liberal”: que vai respeitar a propriedade privada, o capitalismo; um garantista, contra a Lava Jato, mas liberal nos costumes.
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