Entidade denuncia à OEA falhas do Brasil em proteção a ativistas

A entidade Rede Liberdade apontou nesta sexta-feira (29/9) à Organização dos Estados Americanos (OEA) falhas no programa do governo brasileiro para proteção de defensores de direitos humanos. O documento afirmou que os ativistas que deveriam ser resguardados pelo Estado enfrentam uma “via crucis”.

“As defensoras e defensores de direitos humanos têm passado por uma verdadeira via crucis. De um lado, estão os assassinatos, ameaças e movimentos de criminalização; de outro, a precarização do próprio sistema de proteção de defensoras e defensores de direitos humanos”, afirmou o documento, entregue pela diretora-executiva da Rede Liberdade, Amarílis Costa, ao secretário de Segurança Multidimensional da OEA, Ivan Marques. A reunião aconteceu em Washington.

O Programa de Proteção aos Defensores de Direitos Humanos foi criado em 2004, no primeiro mandato de Lula. Costa também foi recebida pelo chefe de gabinete do secretário-geral da OEA, embaixador Gonzalo Knocke, e pelo conselheiro-sênior e chefe de unidade para o Hemisfério Ocidental, Europa e Ásia Central do Departamento de Estado dos Estados Unidos, Michael G. Dozler.

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